Facebook remove anúncios de pseudociência que segmentavam usuários vulneráveis

O Facebook remove anúncios de pseudociência que segmentavam usuários vulneráveis

Facebook remove anúncios de pseudociência que segmentavam usuários vulneráveis


Antes de um relatório que estava analisando o assunto, o Facebook removeu a categoria de anúncios "Pseudociência", que permitia que os anunciantes segmentassem usuários que demonstrassem interesse no tópico. Com essa categoria, os anunciantes podem apresentar produtos "alternativos" para consumidores que possam se interessar por eles, produtos baseados em junk science, teorias da conspiração e coisas semelhantes.

 As notícias da remoção vêm do The Markup, que entrou em contato com o Facebook sobre sua categoria de segmentação de anúncios "Pseudociência". Com isso, os anunciantes poderiam direcionar seus anúncios especificamente para usuários agrupados com base no interesse deles em tópicos de pseudociência, que podem incluir desde grupos anti-vacinais até as últimas teorias de teorias da conspiração por coronavírus.

 O relatório teve como objetivo destacar a questão da opção de segmentação "Pseudociência" à luz da promessa do Facebook de lidar com as informações erradas sobre o COVID-19 que flutuavam em torno de seu serviço. Segundo o relatório, o Facebook tinha mais de 78 milhões de pessoas reunidas em sua opção de anúncio "Pseudociência", possibilitando que as empresas tentassem lucrar com essas pessoas.

 Depois que a publicação entrou em contato com o Facebook para comentar o assunto, o The Markup diz que o Facebook disse na quarta-feira que havia removido a categoria por completo. O relatório destaca um exemplo do tipo de produto listado na categoria Pseudociência: o que parecia ser um anúncio de boné de malha como um gorro anti-EMF.

 Quando perguntada sobre seu produto, a empresa por trás do gorro afirmou que o Facebook foi o único a categorizá-lo na opção "Pseudociência". O Facebook foi criticado por permitir essa opção de segmentação de anúncios, com críticos acusando-o de permitir que as empresas lucrem com pessoas vulneráveis ​​às teorias da conspiração que pontilham o cenário da Internet.

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